DEVOCIONAL


A GRALHA AZUL

2 CORÍNTIOS 9.1-15

… aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com
fartura com abundância também ceifará. (2Co 9.6.)

Rios caudalosos, piscosos,
Cortados por embarcações,
Começam pequeninos, nos grotões.
Formados por gotinhas de degelo,
Poucos ? letes que, sem medo,
Se cruzam pelo caminho,
Cada um do seu cantinho,
E docemente se ajuntam, para o rio formar.
E, formado, corre no leito, até no mar desaguar.
O viver, o realizar, o construir e marcas deixar
À formação do rio se assemelham.

Ao viajar pelo sul do Brasil, podemos contemplar lindas matas formadas pelo pinheiro do Paraná. Sua copa majestosa se assemelha a um grande cálice que olha para o céu, como se quisesse beber toda a água da chuva. São vastos quilômetros quadrados de mata. E o mais interessante é que essas florestas foram formadas pela ação da gralha azul, um pássaro da região.
A ave apanha do pinheiro o seu alimento, os pinhões, e, ao transportá-los, uma parte sempre cai no solo e germina. Com essa “semeadura” indireta, as montanhas e os vales se cobrem de verde, e assim haverá mais alimento para as gralhas.

Uma grande mata se forma de pequenos gestos. Um rio se forma de gotas de degelo e filetes que correm das montanhas. Assim também a nossa vida é moldada pelas atitudes e decisões que tomamos em momentos insignificantes do nosso dia-a-dia.

Vale a pena observar o que estamos colhendo para alimentar o coração, pois é isso mesmo que estaremos plantando para a geração que nos segue.

Pai celeste, ajuda-nos a plantar a tua mensagem de salvação e de amor nos corações dos que estão ao nosso redor. Amém

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“A moda agora é não pecar”


“A moda agora é não pecar”
Para adolescentes e líderes se inspirarem a aprender e ensinar sobre os princípios da santidade

Texto base: I Pedro 1.16
Vivemos em um mundo que quase nos obriga a aceitar algumas coisas como certo e nos pressiona a viver assim. Por isso quando algum adolescente diz que ele quer ser santo, ninguém acredita ou começa então a “zueira”. Com isso a galera que serve a Cristo muitas vezes tem pavor desta palavra.

Quero através deste texto, mostrar o que a Bíblia diz sobre esse assunto, e com isso mostrar como Deus vê a santidade.

Santidade, que “parada” é essa?

Quando mencionamos a palavra santidade, muitas vezes o que nos vem à mente é algo muito difícil, que não conseguiremos nunca e que só aqueles mais certinhos, quietinhos, calados ou que se vestem de um “modo santo”, é que conseguirão alcançá-la. Infelizmente, esta é a ideia que muitas pessoas têm de santidade, algo visto, contemplado exteriormente; porém, a santidade começa no coração.

Jesus era o cara que mais teve “pau” com os religiosos sobre santidade, porque eles achavam que só eles é que eram santos. Mateus 23.25-29. Jesus mostra para aqueles homens que a pureza do homem começa no coração. Uma outra história bíblica que se encaixa neste assunto é a escolha do rei Davi pelo profeta Samuel. A Bíblia diz: “O Senhor, contudo, disse a Samuel: Não considere sua aparência nem sua altura, pois eu o rejeitei. O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração”. (Samuel 16.7.)

Santificação é uma obra progressiva da parte de Deus e do homem que nos torna cada vez mais livres do pecado e semelhantes a Cristo em nossa vida presente. Por exemplo: quando uma pessoa que falava mentira se arrepende, nessa área ela cresceu, consequentemente, está sendo mais semelhante a Cristo. Ser santo não é nunca estar sujo, mas é sempre se lavar.

A moda agora é não pecar
A santificação começa na vida de todo filho de Deus quando ele aceita a Cristo, como único senhor e salvador. Antes a escolha era só o pecado, mas “a moda agora é não pecar”. Romanos 6.11 a 14. O pecado se tornará um acidente, um vacilo. O filho de Deus não vive mais na prática do pecado. Uma vez que nascemos de novo, não podemos continuar pecando como um hábito ou como um padrão de vida (I Jo 3.9).

Alguns acham que ser santo, é ter um tanto de “não posso isso ou aquilo”. A escolha pela santidade é algo natural de todo filho de Deus, não é um sacrifício, como alguns acreditam. Santidade não é deixar de fazer, mas fazer conforme a Palavra de Deus. Tendo esta nova mentalidade, viver em santidade será uma alegria. Pois isto agrada a Deus. (João 14.15.)

É importante dizer que todos os filhos de Deus estão em um processo de santificação, o próprio Apóstolo Paulo fala disso, “Somos transformados de glória em glória, a sua própria imagem” (II Coríntios 3.18b). E que por isso às vezes vacilamos e também descobrimos atitudes erradas, que não percebíamos, mas que serão mudadas pelo poder de Deus. Gradualmente, nos tornamos cada vez mais semelhantes a Cristo, conforme avançamos na vida cristã.

Viver em santidade é o único meio de sobrevivência para o adolescente cristão. Pois a cada dia as propostas e as opções se tornam mais atraentes para todos. E o filho de Deus não está imune a isto. A sua moda deve ser não pecar. A Bíblia diz sobre alguns homens que viviam este lema (Daniel 1), e o texto bíblico mostra também qual foi o resultado da escolha deles.

Conclusão
A santidade está ao alcance de todos. Ela não é impossível de ser alcançada e vivida. Escolha viver perto de Deus que Ele te ajudará todos os dias a ser Santo. Pois “a moda agora é não pecar”.

:: Por Bruno Bacelar Dias

Tornando-se um Líder Geracional – Jônatas Edwards


Meu filho, se os maus tentarem seduzi-lo, não ceda! Assim como é inútil estender a rede se as aves o observam, também esses homens não percebem que fazem tocaia contra a própria vida; armam emboscadas contra eles mesmos!” (Pv 1.10,17,18 – NVI.)

Há muitos anos, viveu nos Estados Unidos um homem chamado Jônatas Edwards. Ele era o único filho homem no meio de dez irmãs. Os seus pais eram pessoas muito tementes a Deus. Todas as noites eles se reuniam em torno da lareira para orarem e estudarem a Bíblia. Aos 17 anos de idade, Jônatas já havia concluído os seus estudos na Universidade de Yale. E aos 20 anos foi consagrado ao ministério. Durante toda a sua vida, Jônatas escolheu buscar a Deus. Ele orava e estudava a Bíblia diariamente. Frequentemente realizava jejuns. O intuito, em todas essas coisas, era preparar-se para melhor servir a Deus, não somente na igreja, mas também em casa e na sociedade.
Numa determinada noite, como de costume, ele chegou à igreja para pregar. As pessoas já estavam acomodadas no templo. Para todos, aquela seria uma reunião comum, como qualquer outra de que já tinham participado. O que ninguém sabia era que Jônatas havia orado durante quase 24h por aquela reunião.

Em suas orações, ele pedia que Deus enviasse um reavivamento.

Ele orava para que o Senhor tocasse as pessoas com poder. Ele desejava ver transformação na vida dos homens e mulheres. Quando subiu ao púlpito, ele começou a pregar o seu sermão: “Pecadores nas mãos de um Deus irado”. No início, as pessoas ouviam com certo desprezo. Para elas, era simplesmente um outro sermão. Mas, logo, o Espírito Santo começou a agir com poder. As pessoas foram sendo convencidas dos seus pecados.

O coração delas começou a ser desvendado diante da Palavra de Deus.
Começaram os gritos de desespero.

Muitas pessoas sentiram como que se o chão estivesse se abrindo e o inferno as estivesse sugando. Apavorados, os homens e as mulheres seguraram-se nas colunas da igreja. Eles se viam totalmente longe de Deus e a caminho do inferno. E, por isso, se seguravam para não serem tragados pelo lago de fogo.
O impacto desse sermão durou dias e meses. Por alguns anos, por causa dessa mensagem, os Estados Unidos experimentaram um poderoso avivamento. As pessoas tiveram os seus olhos abertos para compreenderem a realidade espiritual à sua volta. Ninguém nunca mais foi o mesmo. Todos passaram a reconhecer que dependiam de Deus para viverem a vida. O desenvolvimento norte-americano foi notável.

Mas não somente isso: o desenvolvimento da família de Jônatas Edwards também foi notável.
Por causa da sua escolha de servir a Deus, ele e toda a sua família foram abençoados. Certa vez alguém traçou a descendência do pastor Jônatas Edwards e a de um ateu que viveu na mesma época (1703-1758) nos Estados Unidos.
O resultado foi surpreendente, veja na tabela abaixo.

Perguntas para reflexão:

1) Se Deus usou Jônatas Edwards para trazer impacto à toda uma nação, será que Ele também não poderia usar você?
2) As suas atitudes hoje irão ditar o seu futuro amanhã. A partir de hoje, como você enxerga o seu futuro?
3) Com que tipo de pessoas você tem andado? Com pessoas como Jônatas Edwards ou como Max Jukes? Qual é a sua turma?
Pr. Gustavo B. Bessa (Retirado do Jornal Atos 2 – Ano 44 Ed.52)

Por que Jesus dobrou o lenço?


 

O LENÇO DOBRADO (João 20:7)

Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?

Eu nunca havia detido minha atenção a esse detalhe.

Em João 20:7 –  nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus, não foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo.  A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.

Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena veio à tumba e descobriu que a pedra havia sido removida da entrada. Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara {João Batista} e disse ela:  “Eles tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde eles o levaram.”

Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver. O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá primeiro chegou. Ele parou e observou os lençóis, mas ele não entrou. Então Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis ali deixados, enquanto o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado e colocado em um lado.

Isto é importante? Definitivamente.
Isto é significante? Sim.

Para poder entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época.

O lenço dobrado tem que a ver com o Amo e o Servo;  e todo menino Judeu conhecia a tradição.
Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria.

A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperaria fora da visão do Amo até que o mesmo terminasse a refeição. O Servo não se atreveria nunca tocar a mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.
Se o Amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e limparia sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa. Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: “Eu terminei”.

Eu não sabia a respeito.
Se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer:

“Eu voltarei!”
Ele está voltando! O recado nos foi dado claramente!

Oro para que você seja abençoado com a paz e a alegria em saber que Ele está voltando e isso pode ser muito breve.
Esteja pronto, preparado!

Visite Centenário das Assembléias de Deus no Brasil em: http://adbrasil.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

A verdadeira definição de amor


Nosso espírito é novo, mas a mente ainda não foi renovada, por isso não compreendemos o que diz a Palavra. Mas, precisamos aprender a definição verdadeira de amor. Os cristãos sempre puderam escolher entre seguir a Cristo como discípulos ou seguir o padrão do mundo.

Para o mundo, o amor se aproxima de Afrodite, mas para o povo de Deus o verdadeiro amor é a expressão de uma pessoa: Cristo. A definição do amor de Deus pode ser tão surpreendente quanto um tapa na cara. Não podemos amar como Deus ama e namorar como o mundo namora.

Pr. Naor Pedroza

O Pecado de Não Orar


O PECADO DE NÃO ORAR

Não orar é um pecado horrível. Faz parte do desprezo da alma perdida pela pessoa de Cristo. É o mesmo que a apostasia num filho de Deus. Não orar é mais uma fora de exprimir a incredulidade. É também a mãe companheira de todo o vil pecado, tanto como o bar é a mãe da embriaguez, e a lascívia a do adultério. Não duvido de que não orar é, em si mesmo, pior que o assassinato, o adultério e a blasfêmia. É mais fundamental, pois revela mais claramente o coração. De fato, enquanto o adultério, o assassinato e a blasfêmia podem apanhar desprevenida uma pessoa obcecada pela mente carnal, não orar é o próprio coração dessa mente.

O nosso maior pecado é não orar. Todos os fracassos que nos sobrevêm são por não orarmos. A falta de almas salvas no meu ministério é, principalmente, devido à ausência de oração. A escassez de alegria no meu coração é, às vezes, o fruto de não orar. Indecisão, falta de sabedoria e de direção soa causados por não orar. Quantas vezes tenho errado, tenho faltado com os meus deveres, e tem em faltado pode e alegria, tudo isso por causa do pecado de não orar.

Analisando tudo isso, podemos afirmar mais uma vez que não orar é um pecado horrível. E este é também o mal das igrejas: falta da verdadeira oração. O mesmo pecado é o mal dos ministros do Senhor. O mal da congregação é ainda este altissonante pecado de não orar. O nosso Deus tem o remédio para o pecado, fracasso e falta de recursos. Basta orarmos o suficiente e de maneira efetiva. É pecado quando oramos e pedimos erradamente para consumir em nossa luxúria aquilo que Deus nos deu. Também é pecado orar sem fé. E é uma grande lástima quando a vida errada no lar, os males não corrigidos, a dureza do coração, a rebeldia, a falta de amor pela Bíblia, ou algum amor secreto, impedem as nossas orações. Porém, o maior pecado é não orar. O nosso maior problema, e talvez o nosso maior pecado, não é que oramos mal, mas, sim, que não oramos.[…]

Devemos pedir a Deus de modo direto, como quando uma mulher vai fazer compras, ou como um motorista pede gasolina ou óleo em um posto, ou mesmo como um menino pede um pão. A oração definida, direta, vai certamente conseguir uma resposta de Deus. Mas infelizmente, esse tipo de oração não é experimentado nem conhecido por muito crentes. O não orar traz como resultado toda a falta de fruto, poder e gozo na vida do cristão. Os discípulos rogaram a Jesus: “Senhor, ensina-nos a orar”. Não disseram: “Senhor, ensina-nos como orar”. Minha oração é para que o povo de Deus abandone o pecado de não orar, e comece já a praticar a oração. Senhor, ensina-nos a orar.

ACRESCENTADAS


ACRESCENTADAS

“Mas, buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e todas as demais coisas vos serão acrescentadas”

 

Deus é Senhor de nossas vidas, e nos supre em todas as áreas. Porém muitas vezes nos vemos em situações difíceis, em que temos que tomar decisões.  Ficamos confusos sobre qual caminho seguir, e com medo de tomar decisões erradas.

Mas Jesus é claro neste texto, temos que colocar tudo em nossas vidas em segundo plano, e fazer com o que o reino de Deus esteja em primeiro, a obra d’Ele precisa nortear todas as nossas decisões.

Por isso, não tenha medo de chegar ao fim e olhar para trás. Saiba que se você colocar a obra do senhor em primeiro lugar, nada vai te faltar, esta é uma promessa de Deus para sua vida!

 

::: rafael duque :::