“FICAR”, Certo ou Errado???


Se existe um assunto que rola no meio da galera é sobre o “ficar”. Qual jovem que nunca ouviu que alguém da escola “ficou” ou tem alguém a fim de “ficar”, e até mesmo que um dia  já “ficou”. Este assunto é mais comum do que se pode imaginar. E por isso mesmo acaba rolando certa pressão para aquele que nunca “ficou”.

 O que é ficar? O site Wikipédia.org traz uma boa definição. O ficar  pode resumir-se a um encontro de apenas um dia ou uma noite. Este pode implicar somente numa troca de beijos e carícias ou resultar também num envolvimento mais íntimo de caráter sexual, mas que não se prolongará por muito tempo. A par do que foi dito, o ficar diferencia-se do namoro também pela falta de expectativa que existe em torno da relação e da pessoa com que se está a curtir.

 Mas então, ficar é certo ou é errado?

Para muitos ficar nada mais é que conhecer alguém que um dia pode ser um namorado. Para outros, ficar é uma simples curtição, um momento de estar com alguém sem compromisso sério. Muitos dizem: “Eu fico porque acho isso normal, e se eu não ficar como vou saber se a pessoa é o que quero para namorar”.

Muitos médicos e psicólogos apoiam que os jovens devem ter esse tipo de experiência, porque isso faz parte do descobrimento da sexualidade. Existem também aqueles que acham que ficar é errado, pois veem esse relacionamento como uma relação sem compromisso com ninguém, onde cada um busca seus próprios interesses.

Existem muitos jovens que pensam que ficar não é o melhor caminho para um relacionamento ou curtição. Muitos deles dizem: “Acho paia usar o outro para satisfazer um prazer pessoal, isso é egoísmo”.

 Quero destacar algumas coisas importantes sobre o “ficar”.

Primeiro, ficar é uma relação que tem basicamente um objetivo: a satisfação do prazer.

Segundo, não há nenhum tipo de compromisso sério entre os “ficantes”.

Terceira coisa que me preocupa muito neste tipo de relacionamento: o egoísmo e individualismo.

Quarto, o ficar gera a defraudação, que é levar o outro a ter um sentimento que não pode ser suprido. A defraudação acaba gerando interesses mais íntimos na relação de pessoas que mal se conhecem.

Quinta observação importante, o ficar estimula a traição, a impaciência e, principalmente, a falta de compromisso em futuros relacionamentos. Quem nunca ouviu a expressão: “Eu não quero nenhum tipo de compromisso (namoro, noivado, casamento), isso dá muito trabalho, prefiro ficar do jeito que eu estou, tendo relacionamentos sem compromisso”.

A Bíblia é muito clara ao dizer que “ficar” é pecado.

Não existe dúvida a respeito desse assunto. Além disso, nela está escrito como Deus quer que o ser humano se relacione com seu próximo para que ele viva bem.

São diversos os textos bíblicos a respeito do “ficar”. Nela não se encontra a expressão “ficar”, mas existem vários textos bíblicos que fala sobre tudo o que envolve o ‘ficar’. Gálatas 5.19 a 21 cita uma lista de obras da carne como a impureza, prostituição, lascívia que são atitudes de alguém que fica. Em Ezequiel 23.3 diz como era a maneira que as prostitutas se relacionavam, atitude essas que é muito semelhante ao que acontece quando alguém fica.

Em 1 Coríntios 6.15 a 19 diz que o nosso corpo é templo do Espírito, portanto, como morada de Deus, não devemos entregar nosso corpo à impureza. E há outros textos bíblicos como, por exemplo, Provérbios 7.10; 7.28; 9.13; 26.20

Ficar é algo errado e que nos afasta de Deus.

 Quando ficamos estamos prejudicando a nós mesmos e ao próximo. Portanto, não ande conforme a mentalidade do mundo (Romanos 12.1, 2), mas siga o padrão de Deus que é a santidade (I Pedro 1.15,16).

DEVOCIONAL


A GRALHA AZUL

2 CORÍNTIOS 9.1-15

… aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com
fartura com abundância também ceifará. (2Co 9.6.)

Rios caudalosos, piscosos,
Cortados por embarcações,
Começam pequeninos, nos grotões.
Formados por gotinhas de degelo,
Poucos ? letes que, sem medo,
Se cruzam pelo caminho,
Cada um do seu cantinho,
E docemente se ajuntam, para o rio formar.
E, formado, corre no leito, até no mar desaguar.
O viver, o realizar, o construir e marcas deixar
À formação do rio se assemelham.

Ao viajar pelo sul do Brasil, podemos contemplar lindas matas formadas pelo pinheiro do Paraná. Sua copa majestosa se assemelha a um grande cálice que olha para o céu, como se quisesse beber toda a água da chuva. São vastos quilômetros quadrados de mata. E o mais interessante é que essas florestas foram formadas pela ação da gralha azul, um pássaro da região.
A ave apanha do pinheiro o seu alimento, os pinhões, e, ao transportá-los, uma parte sempre cai no solo e germina. Com essa “semeadura” indireta, as montanhas e os vales se cobrem de verde, e assim haverá mais alimento para as gralhas.

Uma grande mata se forma de pequenos gestos. Um rio se forma de gotas de degelo e filetes que correm das montanhas. Assim também a nossa vida é moldada pelas atitudes e decisões que tomamos em momentos insignificantes do nosso dia-a-dia.

Vale a pena observar o que estamos colhendo para alimentar o coração, pois é isso mesmo que estaremos plantando para a geração que nos segue.

Pai celeste, ajuda-nos a plantar a tua mensagem de salvação e de amor nos corações dos que estão ao nosso redor. Amém

“A moda agora é não pecar”


“A moda agora é não pecar”
Para adolescentes e líderes se inspirarem a aprender e ensinar sobre os princípios da santidade

Texto base: I Pedro 1.16
Vivemos em um mundo que quase nos obriga a aceitar algumas coisas como certo e nos pressiona a viver assim. Por isso quando algum adolescente diz que ele quer ser santo, ninguém acredita ou começa então a “zueira”. Com isso a galera que serve a Cristo muitas vezes tem pavor desta palavra.

Quero através deste texto, mostrar o que a Bíblia diz sobre esse assunto, e com isso mostrar como Deus vê a santidade.

Santidade, que “parada” é essa?

Quando mencionamos a palavra santidade, muitas vezes o que nos vem à mente é algo muito difícil, que não conseguiremos nunca e que só aqueles mais certinhos, quietinhos, calados ou que se vestem de um “modo santo”, é que conseguirão alcançá-la. Infelizmente, esta é a ideia que muitas pessoas têm de santidade, algo visto, contemplado exteriormente; porém, a santidade começa no coração.

Jesus era o cara que mais teve “pau” com os religiosos sobre santidade, porque eles achavam que só eles é que eram santos. Mateus 23.25-29. Jesus mostra para aqueles homens que a pureza do homem começa no coração. Uma outra história bíblica que se encaixa neste assunto é a escolha do rei Davi pelo profeta Samuel. A Bíblia diz: “O Senhor, contudo, disse a Samuel: Não considere sua aparência nem sua altura, pois eu o rejeitei. O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração”. (Samuel 16.7.)

Santificação é uma obra progressiva da parte de Deus e do homem que nos torna cada vez mais livres do pecado e semelhantes a Cristo em nossa vida presente. Por exemplo: quando uma pessoa que falava mentira se arrepende, nessa área ela cresceu, consequentemente, está sendo mais semelhante a Cristo. Ser santo não é nunca estar sujo, mas é sempre se lavar.

A moda agora é não pecar
A santificação começa na vida de todo filho de Deus quando ele aceita a Cristo, como único senhor e salvador. Antes a escolha era só o pecado, mas “a moda agora é não pecar”. Romanos 6.11 a 14. O pecado se tornará um acidente, um vacilo. O filho de Deus não vive mais na prática do pecado. Uma vez que nascemos de novo, não podemos continuar pecando como um hábito ou como um padrão de vida (I Jo 3.9).

Alguns acham que ser santo, é ter um tanto de “não posso isso ou aquilo”. A escolha pela santidade é algo natural de todo filho de Deus, não é um sacrifício, como alguns acreditam. Santidade não é deixar de fazer, mas fazer conforme a Palavra de Deus. Tendo esta nova mentalidade, viver em santidade será uma alegria. Pois isto agrada a Deus. (João 14.15.)

É importante dizer que todos os filhos de Deus estão em um processo de santificação, o próprio Apóstolo Paulo fala disso, “Somos transformados de glória em glória, a sua própria imagem” (II Coríntios 3.18b). E que por isso às vezes vacilamos e também descobrimos atitudes erradas, que não percebíamos, mas que serão mudadas pelo poder de Deus. Gradualmente, nos tornamos cada vez mais semelhantes a Cristo, conforme avançamos na vida cristã.

Viver em santidade é o único meio de sobrevivência para o adolescente cristão. Pois a cada dia as propostas e as opções se tornam mais atraentes para todos. E o filho de Deus não está imune a isto. A sua moda deve ser não pecar. A Bíblia diz sobre alguns homens que viviam este lema (Daniel 1), e o texto bíblico mostra também qual foi o resultado da escolha deles.

Conclusão
A santidade está ao alcance de todos. Ela não é impossível de ser alcançada e vivida. Escolha viver perto de Deus que Ele te ajudará todos os dias a ser Santo. Pois “a moda agora é não pecar”.

:: Por Bruno Bacelar Dias

Quebra Gelo – Liberdade


MATERIAL: Cartolina, bola plastica média ou bexiga, piloto, papel e durex.

MONTAGEM: Faça um círculo no centro da cartolina, corte no tamanho para passar uma mão. Acima do círculo escreva “JESUS” e tampe com papel e durex. Escreva na bola a palavra “PECADO” tampe a palavra com papel e durex.

PRÁTICO: Peça que cada um coloque a mão no buraco da cartolina, pegue a bola, passando-a pelo buraco. Não será possível, pois a bola é maior que o espaço. Após todos tentarem, retire a tampa de papel da palavra da bola, e a tampa da palavra da cartolina.

EXPLICAÇÃO: Jesus é o nosso libertador, ele nos faz livre de todo o pecado. Quando o recebemos, soltamos a bola do pecado e temos de volta as mãos para adorá-lo. É impossível servir a dois senhores, a Jesus e ao Pecado. Por isso, deixe o pecado e seja livre com Jesus.

Tornando-se um Líder Geracional – Jônatas Edwards


Meu filho, se os maus tentarem seduzi-lo, não ceda! Assim como é inútil estender a rede se as aves o observam, também esses homens não percebem que fazem tocaia contra a própria vida; armam emboscadas contra eles mesmos!” (Pv 1.10,17,18 – NVI.)

Há muitos anos, viveu nos Estados Unidos um homem chamado Jônatas Edwards. Ele era o único filho homem no meio de dez irmãs. Os seus pais eram pessoas muito tementes a Deus. Todas as noites eles se reuniam em torno da lareira para orarem e estudarem a Bíblia. Aos 17 anos de idade, Jônatas já havia concluído os seus estudos na Universidade de Yale. E aos 20 anos foi consagrado ao ministério. Durante toda a sua vida, Jônatas escolheu buscar a Deus. Ele orava e estudava a Bíblia diariamente. Frequentemente realizava jejuns. O intuito, em todas essas coisas, era preparar-se para melhor servir a Deus, não somente na igreja, mas também em casa e na sociedade.
Numa determinada noite, como de costume, ele chegou à igreja para pregar. As pessoas já estavam acomodadas no templo. Para todos, aquela seria uma reunião comum, como qualquer outra de que já tinham participado. O que ninguém sabia era que Jônatas havia orado durante quase 24h por aquela reunião.

Em suas orações, ele pedia que Deus enviasse um reavivamento.

Ele orava para que o Senhor tocasse as pessoas com poder. Ele desejava ver transformação na vida dos homens e mulheres. Quando subiu ao púlpito, ele começou a pregar o seu sermão: “Pecadores nas mãos de um Deus irado”. No início, as pessoas ouviam com certo desprezo. Para elas, era simplesmente um outro sermão. Mas, logo, o Espírito Santo começou a agir com poder. As pessoas foram sendo convencidas dos seus pecados.

O coração delas começou a ser desvendado diante da Palavra de Deus.
Começaram os gritos de desespero.

Muitas pessoas sentiram como que se o chão estivesse se abrindo e o inferno as estivesse sugando. Apavorados, os homens e as mulheres seguraram-se nas colunas da igreja. Eles se viam totalmente longe de Deus e a caminho do inferno. E, por isso, se seguravam para não serem tragados pelo lago de fogo.
O impacto desse sermão durou dias e meses. Por alguns anos, por causa dessa mensagem, os Estados Unidos experimentaram um poderoso avivamento. As pessoas tiveram os seus olhos abertos para compreenderem a realidade espiritual à sua volta. Ninguém nunca mais foi o mesmo. Todos passaram a reconhecer que dependiam de Deus para viverem a vida. O desenvolvimento norte-americano foi notável.

Mas não somente isso: o desenvolvimento da família de Jônatas Edwards também foi notável.
Por causa da sua escolha de servir a Deus, ele e toda a sua família foram abençoados. Certa vez alguém traçou a descendência do pastor Jônatas Edwards e a de um ateu que viveu na mesma época (1703-1758) nos Estados Unidos.
O resultado foi surpreendente, veja na tabela abaixo.

Perguntas para reflexão:

1) Se Deus usou Jônatas Edwards para trazer impacto à toda uma nação, será que Ele também não poderia usar você?
2) As suas atitudes hoje irão ditar o seu futuro amanhã. A partir de hoje, como você enxerga o seu futuro?
3) Com que tipo de pessoas você tem andado? Com pessoas como Jônatas Edwards ou como Max Jukes? Qual é a sua turma?
Pr. Gustavo B. Bessa (Retirado do Jornal Atos 2 – Ano 44 Ed.52)

Por que Jesus dobrou o lenço?


 

O LENÇO DOBRADO (João 20:7)

Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?

Eu nunca havia detido minha atenção a esse detalhe.

Em João 20:7 –  nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus, não foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo.  A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.

Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena veio à tumba e descobriu que a pedra havia sido removida da entrada. Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara {João Batista} e disse ela:  “Eles tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde eles o levaram.”

Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver. O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá primeiro chegou. Ele parou e observou os lençóis, mas ele não entrou. Então Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis ali deixados, enquanto o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado e colocado em um lado.

Isto é importante? Definitivamente.
Isto é significante? Sim.

Para poder entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época.

O lenço dobrado tem que a ver com o Amo e o Servo;  e todo menino Judeu conhecia a tradição.
Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria.

A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperaria fora da visão do Amo até que o mesmo terminasse a refeição. O Servo não se atreveria nunca tocar a mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.
Se o Amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e limparia sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa. Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: “Eu terminei”.

Eu não sabia a respeito.
Se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer:

“Eu voltarei!”
Ele está voltando! O recado nos foi dado claramente!

Oro para que você seja abençoado com a paz e a alegria em saber que Ele está voltando e isso pode ser muito breve.
Esteja pronto, preparado!

Visite Centenário das Assembléias de Deus no Brasil em: http://adbrasil.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

11 Cidades Sem Nenhuma Presença Evangélica – Brasil


Sempre que falamos em missão, pensamos logo em ir para o exterior, mais e o nosso Brasil, o evangelho já tem chegado aos quatro cantos do nosso País? Veja estes dados do censo do IBGE do ano de 2000. É grande mais vale apena ser lido, é surpreendente. Os dados do Censo de 2000 listou 5560 muncípios, mostrando que existem 71 cidades com menos de 1% de evangélicos. A Região Nordeste do Brasil está muito atrás do restante do Brasil em termos de presença evangélica. A média de presença evangélica dentre a população em todas as regiões do país é de 15,41%. No Nordeste, essa média cai para 10,26%. Enquanto que 12 estados brasileiros apresentam taxas acima de 20%, o Nordeste não há nenhum estado com mais de 15% de evangélicos em sua população. E pior. Em 6 estados nordestinos a população de Evangélicos está abaixo de 10%: Alagoas, Ceará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Desses seis estados, Paraíba é o que possui a maior concentração de cidades com menos de 5% de evangélicos. Alagoas fica com o lamentável índice de estado com a maior concentração de cidades com menos de 1% de evangélicos. Já o estado do Piauí é o que possui a população com o mais baixo percentual de evangélicos do país. A capital baiana – Salvador – cidade nacionalmente conhecida pelo grande número de adeptos da Umbanda e do Candomblé, só aparece na 172ª posição da lista.Em 11 cidades brasileiras, o índice de evangélicos é “zero”, ou seja, o censo do IBGE não contabilizou nenhum único evangélico.O Rio Grande do Sul é o estado onde se concentra o maior número de cidades com índice “zero” de evangélicos – 9 cidades ao todo. As 11 cidades sem nenhuma presença evangélica são: Queluzito (MG), Carrapateira (Pb), Boa Vista do Sul (R.G. do Sul), Nova Alvorada (R. G. do Sul), Nova Roma do Sul (R.G. do Sul), Protásio Alves (R. G. do Sul), Relvado (R. G. do Sul), Santo Antônio do Palma (R. G. do Sul), São Jorge (R. G. do Sul), União da Serra (R. G. do Sul), Vespasiano Correa (R. G. do Sul). Essas cidades merecem a atenção da Igreja brasileira. A Região Sul também possui a menor taxa de crescimento anual de evangélicos em todo o país. Entre as 20 cidades brasileiras com maiores índices de seguidores da Umbanda e Candomblé, 16 estão no Rio Grande do Sul e 4 delas aparecem no topo da lista: Rio Grande, Dezesseis de Novembro, Viamão e Bagé. Nova Ibiá, na Bahia, com 7.166 moradores destaca-se como a cidade com o maior percentual de habitantes “sem religião”. Em todo o Brasil 12,5 milhões de pessoas declararam-se sem religião. Esse índice é tão alto que só não ultrapassa o número de católicos e evangélicos. Se somarmos os números de seguidores de todas as religiões – não incluindo católicos e nem evangélicos – o valor dos que se declararam “sem religião” chega a ser mais do que o dobro do número de adeptos de todas as religiões somadas.