Missões – Libéria: ”país dos libertos,”


… mas escravos da religiosidade, da pobreza e das dores de uma guerra avassaladora

 Capital: Monróvia.

Moeda: Dólar liberiano.

Governo: Republica presidencialista.

População: 4,1 milhões.

País fundado por ex-escravos norte-americanos, seu nome significa ”país dos libertos”. A Libéria é uma das duas nações da África não colonizadas por europeus, a outra é a Etiópia. Os descendentes de escravos (3% da pop.) formam a elite do país – a mais antiga república africana. A maioria da população vive na pobreza, agravada pelas guerras civis de 1989 e 2003, e pelo embargo que atingiu o país entre 2001 e 2007 – sob a acusação de contrabando de diamantes retirados da Serra Leoa. Quase 10% dos recursos do país vêm do registro de navios de todo o mundo com a bandeira liberiana, graças a um regime fiscal vantajoso aos proprietários. O país foi fundado como um Estado cristão. Porém, com os anos, existe uma teórica liberdade religiosa, mas na prática há pressões sobre os cristãos para se adequarem às sociedades secretas ocultistas. Aproximadamente 41% da população seguem crenças tradicionais e somente 12,5% é protestante.

Resposta de oração

O fim da luta em 1996 e a paz relativa têm permitido alguma recuperação para a população sofrida.

 Desafios de oração

O país foi devastado e as pessoas ficaram traumatizadas com a guerra civil. Ela também foi influência maligna que envenenou grande parte do oeste da África, especialmente Serra Leoa, e cada vez mais, a Guiné. Suas raízes estão no profundo ódio étnico, na ganância na ambição pelo poder e em um cristianismo descomprometido – que deu espaço ao inimigo. Ore especificamente por:

– Um governo e lideranças que rejeitem a opressão, a violência institucional e a cultura endêmica de extorsão e corrupção;

– Reconciliação entre os grupos étnicos que estiveram envolvidos nas lutas, nas atrocidades e nos massacres, especialmente os mandingo e krahn de um lado, e os mano e gio do outro;

– cura dos terríveis ferimentos físicos, psicológicos e espirituais causados pela guerra;

– Resgate dos filhos da guerra. crianças foram forçadas a se tornarem soldados. Mais de 50.000 foram mortas na luta, e em 1996 ainda restavam 15.000 que carregavam armas. Todas as 1.400 milhões de crianças com menos de 17 anos foram traumatizadas, perderam sua educação formal e muitas são órfãs. Ore pelas igrejas e agências que buscam reparar alguns dos estragos, restaurar a vida familiar e trazê-las ao evangelho.

:: Intercessão mundial

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11 Cidades Sem Nenhuma Presença Evangélica – Brasil


Sempre que falamos em missão, pensamos logo em ir para o exterior, mais e o nosso Brasil, o evangelho já tem chegado aos quatro cantos do nosso País? Veja estes dados do censo do IBGE do ano de 2000. É grande mais vale apena ser lido, é surpreendente. Os dados do Censo de 2000 listou 5560 muncípios, mostrando que existem 71 cidades com menos de 1% de evangélicos. A Região Nordeste do Brasil está muito atrás do restante do Brasil em termos de presença evangélica. A média de presença evangélica dentre a população em todas as regiões do país é de 15,41%. No Nordeste, essa média cai para 10,26%. Enquanto que 12 estados brasileiros apresentam taxas acima de 20%, o Nordeste não há nenhum estado com mais de 15% de evangélicos em sua população. E pior. Em 6 estados nordestinos a população de Evangélicos está abaixo de 10%: Alagoas, Ceará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Desses seis estados, Paraíba é o que possui a maior concentração de cidades com menos de 5% de evangélicos. Alagoas fica com o lamentável índice de estado com a maior concentração de cidades com menos de 1% de evangélicos. Já o estado do Piauí é o que possui a população com o mais baixo percentual de evangélicos do país. A capital baiana – Salvador – cidade nacionalmente conhecida pelo grande número de adeptos da Umbanda e do Candomblé, só aparece na 172ª posição da lista.Em 11 cidades brasileiras, o índice de evangélicos é “zero”, ou seja, o censo do IBGE não contabilizou nenhum único evangélico.O Rio Grande do Sul é o estado onde se concentra o maior número de cidades com índice “zero” de evangélicos – 9 cidades ao todo. As 11 cidades sem nenhuma presença evangélica são: Queluzito (MG), Carrapateira (Pb), Boa Vista do Sul (R.G. do Sul), Nova Alvorada (R. G. do Sul), Nova Roma do Sul (R.G. do Sul), Protásio Alves (R. G. do Sul), Relvado (R. G. do Sul), Santo Antônio do Palma (R. G. do Sul), São Jorge (R. G. do Sul), União da Serra (R. G. do Sul), Vespasiano Correa (R. G. do Sul). Essas cidades merecem a atenção da Igreja brasileira. A Região Sul também possui a menor taxa de crescimento anual de evangélicos em todo o país. Entre as 20 cidades brasileiras com maiores índices de seguidores da Umbanda e Candomblé, 16 estão no Rio Grande do Sul e 4 delas aparecem no topo da lista: Rio Grande, Dezesseis de Novembro, Viamão e Bagé. Nova Ibiá, na Bahia, com 7.166 moradores destaca-se como a cidade com o maior percentual de habitantes “sem religião”. Em todo o Brasil 12,5 milhões de pessoas declararam-se sem religião. Esse índice é tão alto que só não ultrapassa o número de católicos e evangélicos. Se somarmos os números de seguidores de todas as religiões – não incluindo católicos e nem evangélicos – o valor dos que se declararam “sem religião” chega a ser mais do que o dobro do número de adeptos de todas as religiões somadas.